quinta-feira, 30 de julho de 2015

RIO BRANCO - AC: FANTASMA DE NEUTEL MAIA

Bem vindo ao Mundo obscuro, trevoso e sombrio...

Mundo Sombrio traz nesse post relato de um lugar assombrado no Acre. O fantasma de Neutel Maia.

A capital do Acre, Rio Branco foi fundada pelo cearense Neutel Maia. 

Na rua Cunha Matos, existe uma árvore chamada Gameleira e segundo relatos locais, foi nessa árvore que o fundador acampava assim que chegou na região.

Atualmente há relatos de pessoas terem visto vulto de um homem sentado embaixo da árvore ou caminhando nas proximidades dela.

A gameleira tem 20 metros de altura e 2,5 de diâmetro e foi tombada como Monumento Histórico em 1981.

Tem coragem de fazer uma visita nessa árvore?

Esse local é um dos assombrados no Brasil. Você pensa que acabou? Leiam os próximos posts a seguir e que aos poucos o Mundo Estranho vai publicar. Tem muitos lugares ainda que você nem imagina que é assombrado aqui no Brasil.

Sua sede de conhecimento nunca mais será a mesma nesse Blog.


A VERDADEIRA FACE DA PRAÇA DA LIBERDADE EM SÃO PAULO

O Mundo Sombrio vai relatar agora o lado sombrio da Praça da Liberdade em São Paulo. Poucos desconfiam o verdadeiro lado obscuro desse bairro mais oriental de São Paulo.

Com o advento da tecnologia moderna, fica mais fácil sabermos de algo que desconhecemos. Mas, perguntem para os mais velhos primeiro o que eles sabem da história da Praça da Liberdade. Não adianta dizer que a história começou com a chegada dos japoneses, chineses e coreanos no local. É muito mais sombrio do que vocês possam imaginar.

O bairro hoje com o nome de Liberdade, antes, tinha outro nome de arrepiar qualquer pessoa que morava em São Paulo entre o período colonial até o século XIX: LARGO DA FORCA.

Nesse lugar eram trazidos criminosos, escravos fugitivos ou mesmo perigosos. Segundo a história conta, eram julgados e condenados à forca, na presença de todos para servir de exemplo. Era costume naquela região a população assistir o enforcamento em praça pública.

Os corpos dos enforcados eram velados na Igreja dos Aflitos e posteriormente era rezada missa na Igreja das Almas. Em seguida eram sepultados no cemitério localizado hoje na rua Galvão Bueno, Glória e dos Estudantes.

A partir de agora, relato de um fato sombrio: Em 1821, um soldado chamado Francisco José das Chagas conhecido como "Chaguinha", foi condenado a forca por ter sido responsável como líder de uma manifestação por melhores salários. 

No momento da execução da pena, a corda se rompeu pela primeira vez, assim se repetiu na segunda tentativa. Na terceira foi enforcado, mesmo a população pedindo clemência ao condenado por ter acontecido um milagre. Mas, ignorando os pedidos da população, o enforcamento foi inevitável.

Até hoje, pessoas que trabalham na região ouvem gritos, gemidos, barulhos de tamanco, portas e janelas batendo repentinamente. Dando ao bairro a fama de mal assombrado.

Esse foi o relato da Praça da Liberdade, um dos locais mal assombrados da capital paulista. 

O LADO SOMBRIO DO EDIFÍCIO MARTINELLI

Bem vindo ao Mundo Sombrio, a história que vai ser relatada agora é sobre mais um edifício que na época foi considerado um dos mais altos da cidade de São Paulo. Não pensem vocês que é somente um simples edifício na região central da cidade e que tem escritório ali funcionando normalmente.

Esse edifício guarda relatos sombrios de fazer sua espinha dorsal arrepiar.

A localização do edifício Martinelli forma um triângulo entre as ruas: São Bento, Libero Badaró e a avenida São João todas localizadas no centro da cidade de São Paulo.

Inaugurado em 1934, o edifício passou a ser o mais alto não somente da cidade de São Paulo como o da América Latina até 1948.

Mas na década de 50, algo inusitado choca a cidade de São Paulo e foi parar nas manchetes policiais da época: um corpo de uma mulher foi encontrado próximo ao prédio. Trata-se de uma moça chamada Neide. 

Segundo as investigações na época, Neide era de vida desregrada e viciada em jogos. Tinha um romance com um estelionatário argentino que não foi localizado para ajudar nas investigações. Quando morreu, portava apenas um porta-moedas e uma chave de seu apartamento localizado na rua Barão de Limeira, ou seja, não morava no prédio. 

O desfecho desse crime dividiu opiniões: uma tese aponta que ela foi atraída no local, teve uma discussão com alguém, foi morta e jogada do 17º andar. Outra tese aponta que a jovem entrou no prédio sem ser notada, pegou o elevador até o 17º andar, viu uma porta aberta, adentrou ao apartamento, abriu a janela e se atirou da janela, sendo assim um suicídio.

Até hoje o crime está sem solução. Outro sem solução ocorrido no mesmo edifício é o do adolescente Davilson Gelisek de 14 anos. Um detalhe nesse crime: ocorreu em 9 de março de 1947, cujo corpo havia ferimentos, estava sem paletó e com as calças descidas até o joelho. Não precisamos ser videntes para saber o que aconteceu com o garoto, não é mesmo? O garoto trabalhava na alfaiataria na rua Senador Feijó, no mesmo dia saiu como de costume para entregar encomendas e não foi mais visto. 

Em 1972, no dia 9 de agosto a polícia foi chamada para mais uma ocorrência de morte no edifício Martinelli. A vítima da vez foi a jovem loira de 17 anos, chamada Rosa dos Santos. Segundo testemunhas, a garota estava acompanhada de um homem no hotel São Bento. 

Seu corpo foi encontrado por um funcionário do Banco vizinho ao edifício que fazia hora extra quando ouviu um estrondo. Ao sair, deparou com o corpo da jovem estatelada no chão.

Após investigações o homem que acompanhava a moça não foi localizado e o crime foi arquivado sem solução.

Anos depois, o prédio foi comprado pela prefeitura da gestão de Olavo Setúbal e décadas seguintes passou a ser escritórios de diversos setores públicos.

Mas, sempre após o expediente há relatos de algo inusitado no prédio: portas de ármarios que abrem e batem sozinhos sem ninguém tocar neles.

Loira do Martinelli, assim chamada por muitos no local, surge nos corredores. É uma loira sem rosto que caminha nos corredores do edifício sempre durante a noite. Será que a alma da garota Rosa?

Tem coragem de entrar para conhecer o edifício? Lá recebe visitas com hora agendada com antecedência. É um excelente passeio para quem curte coisas sobrenaturais, sombrias, assombradas... Preparem-se.

Esse foi o relato do edifício Martinelli, foi o primeiro edifício mais alto da cidade de São Paulo, um dos locais mal assombrados da cidade. 





EDIFÍCIO JOELMA DO INCÊNDIO À FAMA DE MAL ASSOMBRADO

Olá pessoal...

O Mundo Sombrio vai relatar nesse post a história do local mais assombrado da cidade de São Paulo: o Edifício Joelma. Relatando tudo o que aconteceu desde o incêndio, motivo do local ser mal assombrado, relatos de acontecimentos sombrios do local e a origem do local ser mal assombrado.

Antes de relatar do incêndio, a partir de agora, na máquina do tempo, vamos para 1948.

 No dia 4 de novembro de 1948, ocorreu uma tragédia que marcou a sociedade paulistana e acabou também chocando o país: O Crime do Poço.

O personagem principal desse crime foi um professor de química orgânica da USP, Paulo Ferreira de Camargo na época tinha 26 anos matou a tiros sua mãe Benedita e suas irmãs Cordélia e Maria Antonieta. O local do crime foi dentro de casa onde ocorreram os tiros e depois ele cobriu os corpos com panos pretos e colocou os corpos no poço nos fundos da casa que o próprio professor mandou construir no local. A partir daí, a tragédia foi batizada de Crime do Poço.

Dias depois, algumas pessoas sentiram falta das três mulheres, sendo uma delas aluna da faculdade onde o professor de química orgânica dava aulas. Paulo deu a desculpa que não acabou convencendo nem os colegas professores e muito menos a polícia de que as três foram viajar.

A polícia que foi chamada até o local, verificou a existência de um poço e foi lá para fazer as averiguações e notaram cheiro muito forte vindo de dentro do poço. Os bombeiros foram acionados para abrirem o poço e para surpresa de todos, a mentira do professor foi logo desmascarada.

Os três corpos foram localizados e retirados do local e o professor? O que ele fez? Com medo de ser preso, ele pediu para ir ao banheiro. Se trancou lá dentro e se suicidou com tiro fatal no peito, no dia 23 de novembro de 1948.

Após a tragédia que abalou não somente a cidade paulistana como também todo o país, meses depois mudaram a numeração da casa e o local passou a ser mal assombrado.

Se vocês pensam que a história acabou por aqui, o pesadelo só está começando...

Décadas depois, o casarão deu lugar a um edifício comercial que após o término foi alugado para o Banco Crefisul de Investimentos, ocupando praticamente todos os andares. 

No dia 1 de fevereiro de 1974, a empresa estava terminando de fazer a mudança quando às 08:54 da manhã de uma sexta-feira, um curto-circuito do ar condicionado do 12º andar, deu início ao incêndio, um funcionário no local saiu para pegar o extintor para apagar as chamas iniciais, mas, infelizmente não deu tempo pois, ao retornar na tentativa de apagar e controlar o incêndio, as chamas tomaram conta do local, fazendo com que ele gritasse fogo para que todos saíssem do andar e do prédio. Meia hora depois, uma fumaça intensa se formou na escada, impedindo que as pessoas descerem na tentativa de saírem do prédio.

O caos de formou quando o fogo atingiu os demais andares. Por desespero de procurar uma saída, um grupo de treze pessoas pegaram o elevador que infelizmente acabou explodindo e seus corpos ficaram sem identificação, pois naquela época ainda não existia exame de DNA.

Algumas pessoas tentaram se abrigar nos banheiros, parapeitos das janelas e nos telhados na tentativa de escaparem das fortes chamas que atingiram temperatura de mais de 100 graus celsius. Outro fator inusitado: poucas pessoas se jogaram ou das janelas dos andares superiores ou dos telhados para escaparem do incêndio porque elas não conseguiram sair ou descer para a rua.

Tanto é que curiosos escreveram cartazes pedindo para as pessoas não pularem. Isso vocês podem encontrar no Google imagens digitando Edifício Joelma, vocês vão ver fotos do incêndio, do resgate dos sobreviventes, os cartazes que eu citei, os curiosos, como era o edifício antes e depois do incêndio. Vale a pena ver as fotos. Desculpem se eu não coloquem imagem aqui porque eu não consegui colocar.

Resultado do incêndio: 300 feridos, 191 mortos e 13 sem identificação, que foram denominadas de Treze Almas. Elas estão sepultadas no Cemitério São Paulo, Vila Alpina e por incrível que possa parecer, é o mais visitado no local, foi construída uma capela, é palco de milagres recebidos por pessoas que ali pedem ajuda a elas e em troca acender treze velas para elas. Também um fato curioso: nas sepulturas, tem que regar uma a uma pois teve casos de que dá para ouvir gemidos nas sepulturas e então, é preciso jogar água nelas para que cessem os gemidos.

O fato sombrio ainda não acabou: no prédio que foi rebatizado de Edifício Praça da Bandeira, tem relatos comprovados de fenômenos sombrios assolaram o local décadas depois:

- Carros no estacionamento que tiveram faróis acesos e apagados sem ninguém dentro deles;

- Parede dos corredores quentes, basta encostar as mãos para sentir;

- Gritos e vozes nas escadarias nas proximidades do 23º andar;

- Elevadores que param no meio do caminho e minutos depois voltam a funcionar normalmente;

- Batidas nas portas e janelas;

- E agora o pior de todos, acreditem se quiser: aparições de espíritos em locais distintos do edifício a qualquer momento do dia ou da noite.

Vocês teriam coragem de trabalhar ali? Teriam coragem de enfrentar esses fenômenos?

Saibam que escritórios que ali estavam logo após o incêndio, fecharam as portas. Tiveram que sair dali e atualmente tem escritórios funcionando normalmente. Coragem deles, não é mesmo?

Esse foi o relato do Edifício Joelma que hoje é Praça da Bandeira, local considerado mal assombrado da cidade de São Paulo.






quarta-feira, 29 de julho de 2015

ANHANGABAÚ, LOCAL MAL ASSOMBRADO

Olá, pessoal...

Mundo Sombrio vai contar para vocês o lado macabro de um dos lugares mais bonitos de São Paulo. Se vocês pensam que é só um lugar qualquer, por onde circulam pessoas diariamente,enganam-se.

Observem o nome do bairro: Anhangabaú. Todos sabem que ali passava um rio com o mesmo nome, foi canalizado e passa uma estação de metrô que leva o mesmo nome, próximo dali tem um viaduto famoso e o teatro municipal. Até aí, tudo bem.

Vamos para o significado do nome Anhangabaú que na língua indígena quer dizer: RIO DO DIABO. Quer significado melhor do que esse? Imaginem estarem no metrô e o operador do trem dizer assim: "Próxima estação, RIO DO DIABO". Meus amigos é de sentar e começar a rezar, não é mesmo?

Pois a partir de agora, vai começar o pior. O rio tem esse nome sabem por que? Porque o local, o rio em si é amaldiçoado e toda a região também. Isso deu início na época dos Bandeirantes que começaram a desbravar a região em busca de riquezas. E naquela região, havia muitos índios. Aqueles que ousassem a se banhar em suas águas, morriam!

Mas vocês vão se perguntar: mas como assim? E as lavadeiras que lavavam roupas ali? Também foram amaldiçoadas, isso passou de geração para geração. Isso todos conhecem a lenda.

Na mesma região do rio Anhangabaú, morava uma mulher baronesa muito rica que tinha uma plantação de chá. Quando os ingleses chegaram em São Paulo para iniciar suas obras na cidade, tiveram a idéia de construir um viaduto nas terras dessa mulher que era baronesa de Itu.

Até aí, tudo bem, mas vocês não imaginam o que aconteceu depois da inauguração do Teatro Municipal. O local foi utilizado por algumas pessoas para se suicidarem. E o local foi apelidado de VIADUTO DOS SUICIDAS. As pessoas se suicidavam se jogando desse viaduto.

E acreditem, até hoje existem pessoas que escolhem somente esse viaduto para se suicidarem. Vai saber o motivo, não é mesmo?

Esse lugar tão bonito, elegante, é um dos locais mal assombrados da cidade de São Paulo.

Até mais...

CASO DO CASTELINHO DA RUA APA

Olá pessoal,

Esse post traz hoje um fato que ocorreu de verdade aqui em São Paulo na década de 30 e se tornou o cartão postal dos lugares mal assombrados até então.

Tem coragem de visitar? Se você tivesse muito dinheiro, moraria num local que foi palco de uma tragédia? A partir de agora o Mundo Sombrio vai contar o caso do Castelinho da Rua Apa.

No dia 12 de maio de 1937, ocorreu um crime notório e enigmático do século XX que dividiu opiniões e marcou a história da sociedade paulista e brasileira.

O crime ocorreu da seguinte forma: Denota-se que a família era rica, tinham muitos imóveis e propriedades. Álvaro César dos Reis que tinha 45 anos, era advogado e esportista, ou seja, apaixonado por esportes ele pretendia demolir o Cine Broadway que era da família para construir no local um rinque de patinação, visando o lazer e lucro para a família. Mas, o seu irmão também advogado Armando César dos Reis, 43 anos, era contra esse projeto porque segundo ele, ficaria mais caro e a família estava contraindo dívidas e isso poderia ocasionar perda de propriedades que eles tinham acabado de adquirir ao longo dos anos. Essa conversa foi dada dias antes do crime.

Mas o que aconteceu no dia 12 de maio de 1937? Álvaro que não morava no Castelinho, recebeu uma ligação de uma pessoa que não se sabe quem é, pedindo para que ele fosse até lá para resolver os negócios pendentes da família e que não iria demorar muito tempo. E o Álvaro foi lá, mas, desconfiado, segundo as investigações ele foi até lá armado.

Ao chegar no local, uma discussão iniciou entre ele e seu irmão, supostamente sobre a não autorização do projeto de Álvaro. Furioso e descontrolado, Álvaro sacou o revólver e disparou tiros contra o irmão e outro tiro em sua mãe Maria Cândida Guimarães dos Reis que tinha 73 anos, que simplesmente queria tentar apaziguar seus filhos.

Ao verificar que seu irmão e sua mãe estavam mortos, Álvaro atirou contra si mesmo, suicidando-se.

Mas, se vocês pensam que a história acaba aqui, enganaram-se. Agora começa o mistério.

Houve divergência na investigação do crime: uma aponta que houve triplo homicídio, sugerindo presença de uma quarta pessoa na cena do crime. Outra aponta dois homicídios seguido de suicídio.

Se a família foi dizimada, por que não investigaram direito os corpos da vítima e a cena do crime em si? Quem matou os três e por que?

Se foi dois homicídios seguido de suicídio, quem deu o segundo tiro no Álvaro na altura do peito e onde está a segunda arma? Sabendo que no laudo do corpo dele e de sua mãe apontou projéteis de calibres diferentes.

No ano em que ocorreu a tragédia, surgiu outro problema: como os irmãos não tinham herdeiros legais, os bens foram parar nas mãos da União. Mesmo os familiares estando interessados em ficar com os bens deixados pelas vítimas.

Décadas depois, o imóvel ficou abandonado e surgiu fatos sombrios no local:

Pessoas que moraram no imóvel relataram ouvir vozes, pancadas, gritos e gemidos. Fazendo com que as pessoas se mudassem dali.

Atualmente o imóvel pertence ao INSS. 

Esse imóvel faz parte da lista dos locais mal assombrados da cidade de São Paulo.


BLOG DE CARA NOVA

Olá pessoal,

Meu blog a partir de agora está de cara nova, depois de muito tempo no ar.


Agora que todos sabem parte da minha vida que não foi nada fácil, mas faz parte dela ser assim, vocês vão conhecer alguns fatos sombrios ocorridos no mundo em que vivemos.


Também vão estar por dentro de notícias sombrias. Eu sou realmente uma pessoa que gosta de coisas sombrias sou simpatizante disso e vocês irão notar.


Agora sejam bem vindos ao mundo onde não precisa bater na porta. Simplesmente abram, entram e sintam à vontade.


Nesse mundo não tem janelas, simplesmente seus olhos irão se deparar com as trevas pois esse mundo não existe a luz do sol.


Bem vindos ao Mundo Sombrio!